domingo, 28 de agosto de 2011

Deixa despenteaar!


é preciso deixar que a vida te despenteie, por isso decidi aproveitar a vida com mais intensidade. O mundo é louco, definitivamente louco: O que é gostoso, engorda. O que é lindo, custa caro. O sol que ilumina o teu rosto, enruga. O que é realmente bom dessa vida, DESPENTEIA!!
Rir às gargalhadas, despenteia. Viajar, voar, correr, entrar no mar, despenteia. Tirar a roupa, despenteia. Beijar a pessoa amada, despenteia. Brincar, despenteia. Cantar até ficar sem ar, despenteia. Fazer amor, despenteia. Dançar até duvidar se foi boa idéia colocar aqueles saltos gigantes essa noite, deixa seu cabelo irreconhecível. Então, como sempre, cada vez que nos vejamos eu vou estar com o cabelo bagunçado, mas pode ter certeza que estarei passando pelo momento mais feliz da minha vida. É a lei da vida: sempre vai estar mais despenteada a mulher que decide ir no primeiro carrinho da montanha russa, que aquela que decide não subir. Pode ser que me sinta tentada a ser uma mulher impecável, toda arrumada por dentro e por fora. O aviso de páginas amarelas deste mundo exige boa presença: arrume o cabelo, coloque, tire, compre, corra, emagreça, coma coisas saudáveis, caminhe direito, fique séria...e talvez deveria seguir as instruções, mas quando vão me dar a ordem de ser feliz?! Por acaso não se dão conta que para ficar bonita eu tenho que me sentir bonita. O que realmente importa é que ao me olhar no espelho, vejo a mulher que devo ser. Por isso, entregue-se, coma coisas gostosas, beije, abrace, dance, apaixone-se, relaxe, viaje, pule, durma tarde, acorde cedo, corra, voe, cante, arrume-se para ficar linda, arrume-se para ficar confortável, admire a paisagem, aproveite e acima de tudo, deixa a vida te despentear!

sábado, 30 de julho de 2011

Maturidade, é tudo que peço.



Sabe aquela história que decepção não mata? Pois então, concordo. É complicado porque, por mais que minha intuição me peça para tomar cuidado, por mais que eu não confie totalmente eu consigo quebrar a cara com as pessoas! A pessoa pisa na bola uma vez eu perdôo, uma segunda e eu continuo lá na esperança de que seja diferente, mas cansa sabe? Incrível, como pessoas que se dizem tão decididas e seguras de si conseguem agir com tanta infantilidade continuadamente. Peço perdão, talvez eu seja pequena demais, pois não consigo entender o que leva uma pessoa a fazer com que os outros sintam pena dela, transformando um simples chuvisco em tempestade. O mais engraçado é que por vezes fui cobrada e criticada por não confiar inteiramente nas pessoas, eu confio sim, mas confiar em alguém que já deu provas de que não merece minha confiança é pedir demais. Tenho não muitos, mas bons amigos em que confio fielmente e que realmente se enquadram na minha definição de amizade: eu posso contar em qualquer momento da minha vida independente da distância ou circunstância e que me alertam sobre verdades e ouvem as minhas também, sem usá-las contra mim. Agora, se amizade é uma troca de favores materiais, muito obrigado, esse tipo de amizade eu dispenso. Tenho meus princípios e sinto muito, mas não posso aceitar certo tipo de atitude de pessoas tão próximas. Não quero me isentar de culpas, de modo algum. Como qualquer um erro também, mas isso não quer dizer que eu seja sempre a culpada; certas verdades doem e incomodam, contudo é preciso aceitá-las. Talvez eu seja hipócrita e o problema seja comigo, que não sei lidar com certas atitudes; mas só saberei quando minha tão sonhada maturidade chegar. Peço a Deus todos os dias sabedoria e discernimento para lidar com meus problemas diários, e peço ainda que ele me faça forte o bastante para suportar os dias de tempestade para que eu possa aproveitar os dias de calmaria. Sei, que só assim, passando pelas dificuldades e com o passar do tempo eu entenderei se tomei decisões certas. Enquanto isso, que eu seja munida de calma para suportar certas situações e que de modo algum eu me deixe de lado para fazer a vontade dos outros. A propósito, o que me move é a fé de que tudo há de se resolver sempre, porque o plano de Deus para mim é maior e Ele nunca erra.

                                                       Paula Alves.

quarta-feira, 18 de maio de 2011

365 Dias!



elas lá, todas dormindo agora, como anjinhos...vou dormir na sala hoje porque tem uma bagunça danada sobre minha cama, aliás, aprendi essa pequena faceta com uma delas. se eu te falar, aprendi tanta tanta coisa!! engraçado como o destino é caprichoso né? passamos por tantas coisas e acabamos juntas e nos entendendo, compartilhando, brigando, conversando, brincando, cuidando. Quem diria que o destino iria se encarregar de tudo isso e a gente, inocente, nem imaginando que aquela amiga de infância, ou aquela da adolescência ou ainda aquela da caminhada seria a integrante da família?! Sim, F-A-M-Í-L-I-A. Pra mim, família é quem está sempre ali nas horas de alegria, participando das conquistas, do dia-a-dia repleto de problemas e surpresas, mas que também sempre tem um minutinho pra emprestar o ombro pro choro, que tem ouvido pros desabafos, que tem aquele abraço apertado e pra isso tudo não precisa de laços sanguíneos. Aliás, por vezes, os laços do coração tornam-se muito mais importante que os sanguíneos. Se me perguntarem, sabe família? Sim, elas pra mim, simples assim. e qual seria a graça se elas não existissem? não sei. Definitivamente não consigo me imaginar longe delas! sem as palhaçadas (inúmeras), sem os macarrões de meia noite, as carnes de panela de madrugada, as briguinhas por causa da louça, a múvuca no banheiro, os milhões de ‘vou te deixar pra traz’ na hora de ir pra facul...como ficar sem ouvir ‘que delícia ami! parece comida de vó’?? não tem explicação não. e só de pensar que um dia nós iremos nos separar (até porque não quero saber de gente encalhada não) já dói de forma imensa, como se quisessem levar uma parte fundamental de mim.
e foram 365 dias, repito 365 dias. ninguém, tenho certeza, é capaz de imaginar o quanto de conhecimento adquirimos nestes dias! não existe nada mais interessante que assistir Pânico no deserto, que uma delas aprendendo a fazer bolo, as gororobas que inventamos, o medo de sermos expulsas, a placa roubada, a faxina pesada no apê, uma delas posando na sacada,os vários pais, as trocas de nome, as caronas, as jantinhas, os aniversários, os pedreiros, pedir terra no vizinho, o pé de morango, musical by night, os testes de resistência do Augusto, o despertador, o ‘será que vai chover’, as coisas perdidas pela casa, os consertos mirabolantes da antena de tv e além de tudo, a descoberta de que plantas não nascem de folhas! e embora eu disfarce, sei também que se algum dia roubarem nosso apartamento a culpa vai ser minha, porque insisto em deixar as janelas abertas, mesmo com uma delas super brigando comigo. rs
De verdade, o mais importante de tudo são os laços que foram construídos, a força que aprendemos a ter. Força de resistirmos ao desânimo, de resistirmos a saudade de casa, de superarmos a carência, e a força maior: de convivermos, pois, me diz, existe coisa mais difícil que dividir o mesmo teto com pessoas diferentes? se existe, não descobri ainda, mas se tem algo que posso afirmar com total certeza é que vale a pena! Cada dia, cada minutinho é pra vida toda, é experiência que ninguém tira. elas sempre serão minhas filhinhas, aonde quer que eu vá, independente! o que fica gravado no coração ninguém apaga. Obrigado meninas por fazerem parte da minha vida, obrigado pelas risadas, pelos puxões de orelha, obrigado por fazer com que eu me sinta forte...não há ninguém nesse mundo que se compare á vocês, e também não existe palavra capaz de defini-las. Vocês, como ninguém mais, sabem que nunca consigo demonstrar as coisas direito né?! Portanto só me resta continuar atormentando vocês enquanto me suportarem. :D aaa, já ia me esquecendo (sempre esqueço mesmo nea?) Jana, Isa e Nessaeu amo vocês.

sexta-feira, 6 de maio de 2011

Digo Sim!



(...) Somos capazes de nos apaixonar por quem já fomos apaixonados, desde que esta pessoa se apresente a nós como uma novidade e nos dê também a chance de sermos quem a gente ainda não foi.

Martha Medeiros

terça-feira, 5 de abril de 2011

Quem foi que disse?


"Quem disse que estar no meio de muita gente é garantia de ter alguém? Cada vez me convenço, talvez você também, de que são poucas as pessoas que na vida são capazes de nos deixar a vontade pra a gente ser o que a gente é, são poucas as pessoas que diminuem e que cessam a nossa solidão, porque a solidão só vai embora quando o coração consegue ser o que ele é, sem precisar mentir, sem precisar inventar, sem precisar usar máscaras.

Pe. Fábio de Melo