quarta-feira, 15 de dezembro de 2010

Vidaa.




A vida é aquilo que você faz dela! São os sorrisos que você deixa com as pessoas que você gosta, as lágrimas que escapam sem pedir permissão, os olhares que você libera, as palavras e ações que você emite.. não adianta esperar um dia melhor amanhã, e não fazer nada pra que ele o seja. Tudo depende de você, e de mais ninguém, a vida é sua, é seu momento, se você não der tudo de si e viver, ninguém pode fazer isso por você. Custei a perceber que nem tudo é pra sempre e que as pessoas mudam, as circunstâncias as mudam, e que nem sempre podemos voltar atrás e refazer a história da forma como queremos, portanto, viver e aproveitar as oportunidades sempre são as melhores coisas a fazer, corra enquanto há tempo

                                                                                                       Ellen Cristiane

Ps: Estarei um pouco ausente nos próximos dias, vou visitar minha família linda e aproveitar minhas férias ao lado dos meus amores que me causam tanta saudade. Aproveitem seus dias, e que eles sejam todos iluminados. Beijos Beeeeijos. (:

Oi?!


Oi, eu gosto de você. Não do jeito vulgar da coisa, eu gosto de você com o sentido mais sério que essa frase pode trazer. Gosto do jeito, do cheiro, das gírias, da mania. Mas dessa vez eu me reconheço aqui dentro. Depois de tanto tempo, sou de novo eu. É engraçado como a gente vai vivendo as coisas, mas chega uma hora que você para pra relembrar e tudo aquilo parece que aconteceu em outra vida, que não é essa. [...] Semelhante a um ônibus. Você entra, flerta com algum cara que você achou bonito, mas o seu ponto chega rápido demais e você continua sua vida, desce do ônibus sabendo que nunca mais vai ver o tal cara. Descer é muito fácil. E se você resolver ficar?! Como nas comédias românticas, e se você resolver ficar, meu Deus?! Se você resolver sentar do lado dele, ele puxar assunto, reclamar do calor fora do normal que anda fazendo nessa cidade, reclamar do trânsito.. E ai, meu Deus?? E se ele resolver contar que a mãe trabalha perto da Marginal Tietê, pra que diabos você vai querer saber isso? Daqui a pouco você já vai descer mesmo... Mas e se ele resolver te prender um pouco mais e pedir seu telefone? Será que você ainda vai dar aquela risadinha de deboche de mulher que não bota fé em homem nenhum e já nem espera nada de um dia seguinte? E se ele segurar sua mão, te pedir pra esperar?! E se a partir daquele dia vocês resolverem pegar sempre o mesmo ônibus, no mesmo horário?! E se vocês se apaixonarem?! Vai ficando mais difícil descer do bendito ônibus... E se lota e você não consegue descer a tempo no seu ponto, você já nem se importa mais. Mas a vida é como o ônibus. Descer é inevitável. E quando você descer, pra não voltar mais, vai doer. E quando eu digo que vai doer, não é dorzinha cheia de lágrimas de crocodilo. Vai doer horrores. Deixar as coisas pra trás dói. Por isso que quando nascemos, esquecemos tudo o que passamos. Pra não lembrar e a partir de então não doer mais. Por isso que quando a gente vira adolescente só nos lembramos das coisas mais marcantes da infância. [...] É claro, muita coisa boa se perde nesse esquecimento. Ser adulto é um mérito. Significa que você já pode simplesmente deixar as coisas pra trás. Sem se machucar mais. Você já pode entender que um relacionamento foi maravilhoso enquanto durou mas agora vocês se olham e procuram em vão todo o desejo que sentiam um pelo outro. Hora de deixar pra trás, abrir mão pra que separados possam ser felizes de novo. Muito fácil descer do ônibus e deixar pra trás um desconhecido. Outros quinhentos é descer e ficar vendo partir um ônibus com um alguém a quem você conhece tão bem dentro. Alguém que dividiu escova de dentes, da cama, dos gostos, das brigas. Estar junto, namoro ou casamento é mistura de amar e querer. Não dá pra fazer funcionar se não tiver os dois, em simbiose! Praticar o desapego pode parecer coisa de adolescente que vive socado em baladas e não quer saber de se comprometer com ninguém. Mas praticar o desapego pode ser uma coisa muito maior. Pode ser dar a nós mesmos outra chance de ser feliz. E essa chance não vem só uma, duas vezes.. Ela vem quantas vezes você quiser.  

                                                                                                                                         Marina

De verdade.


“Uma garota só precisa de um garoto que possa ser homem o bastante para prová-la que nem todos os homens são iguais.”  


                                                                                                                                  Marilyn Monroe

terça-feira, 14 de dezembro de 2010

Último recurso.



"Quando fazemos tudo para que nos amem e não conseguimos, resta-nos um último recurso: não fazer mais nada. Por isso, digo, quando não obtivermos o amor, o afeto ou a ternura que havíamos solicitado, melhor será desistirmos e procurar mais adiante os sentimentos que nos negaram. Não fazer esforços inúteis, pois o amor nasce, ou não, espontaneamente, mas nunca por força de imposição. Às vezes, é inútil esforçar-se demais, nada se consegue; outras vezes, nada damos e o amor se rende aos nossos pés. Os sentimentos são sempre uma surpresa. Nunca foram uma caridade mendigada, uma compaixão ou um favor concedido. Quase sempre amamos a quem nos ama mal, e desprezamos quem melhor nos quer. Assim, repito, quando tivermos feito tudo para conseguir um amor, e falhado, resta-nos um só caminho... o de mais nada fazer."
                                                                    Clarice Lispector

segunda-feira, 13 de dezembro de 2010

Aprendizado.



"Mas de tudo isso, me ficaram coisas tão boas...Uma lembrança boa de você, uma vontade de cuidar melhor de mim, de ser melhor para mim e para os outros. De não morrer, de não sufocar, de continuar sentindo encantamento por alguma outra pessoa que o futuro trará, porque sempre traz, e então não repetir nenhum comportamento. Ser novo." 
"No que depender de mim, me recuso a ser infeliz."
                                                                                                                                           
                                                                                                                                                            Caio F. Abreu

Amanhã.

Se eu te ver amanhã, me abraça? É algo pouco, muito pouco, mas me faz um bem danado. Segura minhas mãos, as aqueça e as beije, me deixe bem junto de você pra quando eu ir embora ficar um pouco de mim impregnado no teu corpo e te fazer lembrar do que passamos juntos. 
                                                                                                                                      Mari Duarte 

domingo, 12 de dezembro de 2010

Um quê a menos.








Eu sei o que aconteceu, você achou que eu era especial. Me colocou no altar, na bolha de cristal. Me venerou. Quase acreditou na perfeição que seus olhos apontavam. Cegou-se frente às qualidades que seu coração me destinava. E me ver tão comum, tão real e cheia de imperfeições quanto qualquer outra pessoa, magoa, ofende, fere. Fere você. Fere a mim. Não corresponder as suas expectativas me machuca. Eu poderia ser mais. Poderia ser tudo aquilo que você deseja, mas não. Eu me limito a ser apenas eu mesma. Eu que não tenho um quê a mais, eu que sem brilho me faço fosca. Quase obscura. O que me conforta é que eu nunca menti, nunca me fiz do que não sou. Se você fechar os olhos e abri-los novamente vai ver que sempre fui assim: Um quê a menos, que jamais beirou a perfeição.

                                                                  Larissa Bortolli Menezes

quinta-feira, 9 de dezembro de 2010

Novamente.



Esta noite voltei a sonhar com pessoas e fatos do passado. O passado, misturado com o presente. Foi estranho, mas bom. Gostaria que pudesse haver essa mistura na vida real. Dói ter que me afastar de certas pessoas, por escolher outras. Não gosto desse tipo de escolha. Machuca. Deixa um buraco. Faz falta. Sei que as coisas não poderiam ser exatamente as mesmas, por motivos óbvios. Mas não ia fazer mal para ninguém (ou ia?), ligar só pra dar um oi. Conversar, saber como vai a vida. Casou, namorou, largou, comprou uma bicicleta azul? Não sei. Mas queria muito saber. 

                                                                                                                                        Babi

quarta-feira, 8 de dezembro de 2010

Guardo comigo.



Hoje acordei com uma vontade enorme de escrever sobre ele, aliás, essa é uma vontade que sempre me bate à porta. Sinto isso porque gosto de escrever sobre coisas que são importantes para mim, sobre coisas boas e definitivamente ele é uma delas. Nossa história nunca foi fácil e esse deve ser mais um dos motivos que me fez gostar tanto dele, por causa dos conflitos, das dificuldades. Não gosto de coisas fáceis, monótonas. Posso dizer com toda certeza que foi por causa dele que cometi as maiores e melhores loucuras da minha vida, e digo mais, seria capaz de cometê-las todas novamente. As noites de sono perdidas, o desespero, o medo e tantas outras coisas não tão boas que passei por causa dele tornaram-se pequenas diante do amor que ele despertou em mim. Pequenas, mas não insignificantes. Hoje me vejo muito mais mulher, muito mais madura e devo parte disso a ele, foi observando seus atos que aprendi a lidar melhor com certas coisas e que tomei um propósito para mim: independente, eu sempre vou ser doce e perfeitamente boa, mesmo que na verdade eu não seja. As pessoas gostam disso, de sentir que estão no comando. Engraçado que com ele, mesmo eu deixando ele tão livre no comando, ele sempre voltava, ainda volta. A verdade é que não conseguimos ficar distantes um do outro. Mesmo longe e depois de tanto tempo, ainda compartilhamos coisas pequenas e tão importantes: como foi o seu dia, se está resfriado, se continua deixando sua mãe preocupada, quais são os planos pro fds, como está na faculdade, com quem anda saindo. Minutos, horas e horas no telefone, relembrando, sentindo falta. Sua voz ainda dispara meu coração. Eu tento disfarçar, mas é impossível, o nome dele acaba escapando da minha boca, sempre. Depois dele já tive outros, não muitos, mas outros que serão sempre outros. Digo porque, por enquanto, só ele foi capaz de despertar um sentimento tão forte e tão de verdade em mim. Pessoas novas não substituem as que o coração escolheu e como diz Pe. Fábio de Melo somos nós mesmos que decidimos quem vai ser eterno, quem vale à pena. Ele é assim para mim, eterno. Não é mais aquele amor forte, doído ás vezes, é um amor tênue, gostoso. Continuo gostando de gastar horas e horas com ele no celular, de ouvir sua voz me chamando de amor, do cheiro, das brincadeiras, dos conselhos e de muitas outras coisas, mas não tenho mais necessidade dele, tenho somente necessidade da felicidade dele, é isso que tem me importado, e sei que ele está bem, em boas mãos. Mudou, mesmo assim nunca vai deixar de ser amor, tenho certeza de que tudo o que é de verdade permanece. Ele foi a melhor coisa que me aconteceu, tudo o que foi vivido valeu a pena e está bem guardado dentro de mim. Espero, com toda fé, que muitos outros ‘ele’ existam e que estejam me esperando na próxima esquina, porque este, eu já guardei.

                                                                                                              Paula Alves.

sexta-feira, 3 de dezembro de 2010

Como Pode?!


Sabe aqueles dias que tudo o que você mais quer é ficar sozinha? Pois então, estou em um desses dias. Na verdade sozinha não seria o termo certo a ser usado. Hoje eu só queria estar junto de alguém que pudesse me dar um abraço daqueles que faz a gente esquecer de tudo e se sentir segura, era só isso que eu queria. E é tão raro encontrar esse tipo de abraço, mesmo eles sendo tão importantes pra mim. Aliás, tenho que confessar que se existe uma coisa em que eu reparo, é no abraço. Sim, no abraço. Tenho a sensação que é através dele que conseguimos descobrir um pouquinho da alma do outro, é através dele que se percebe o calor do outro: um abraço sem vontade pra mim não vale, abraço bom é aquele que você aperta forte, que realmente transmite carinho. É disso que estou falando, de carinho. Hoje eu senti tanta falta! Sempre sinto. Mas hoje foi diferente, foi como se algo estivesse faltando em mim, uma parte de mim, sei lá. Mas acho mesmo que era saudade, que insiste em me acompanhar. E como ela me incomoda ás vezes. Vem forte, doída. No entanto, não fico triste com ela, talvez carente, como sempre diz minha amiga. Pare pra pensar, só sentimos saudade daquilo que é bom, não é verdade? Então, está explicado. Eu tenho dias assim porque eu tenho muitas pessoas importantes pra mim e nem todas elas estão aqui do meu ladinho, como eu queria que estivesse, e isso explica o meu silêncio, o porquê eu estou tão calada hoje...porque o que eu mais queria hoje era o abraço delas, a companhia delas e até o silêncio, mas apenas que elas estivessem aqui comigo e que eu não me sentisse tão sozinha. Não que eu esteja, porque tenho pessoas maravilhosas aqui comigo também e sei que posso contar com elas pra tudo. Não sei explicar ao certo. Mas é isso, uma mistura de saudade, com vontade de abraços e de carinhos. Minha amiga tem mesmo razão, deve ser carência. Só pode. Como pode ser tão carente assim?!    Não sei.
                                                                           Paula Alves

quinta-feira, 2 de dezembro de 2010

Vou morrer assim.



  Eu sou intensa. E vou morrer assim. Por mais que eu tente puxar o freio de mão, as emoções me dominam e pulam de dentro de mim desesperadamente. Por isso, sou a favor do amor, da verdade, da vontade. Não sou a favor da traição e da mentira. Procuro fazer o bem e ficar em paz com minha consciência e meu coração, mas de vez em quando cometo deslizes humanos.  Sinto ciúme, faço fofoca, falo palavrão e tenho dias azedos. Sou quase normal e quase louca. Não sei muita coisa, mas procuro estar com os olhos e ouvidos abertos para absorver tudo que a vida me dá. Adoro viver. E eu amo, amo demais. Tenho um amor imenso pelas pessoas que são importantes na minha vida. Hoje, consigo separar e saber quem é meu amigo, quem é colega, quem é conhecido. Apesar disso, convivo bem com todos. Pouca gente sabe a fundo da minha vida e de mim, eu disfarço. Não gosto de me expor. 
            Hoje, falando com uma amiga, ouvi a seguinte frase "pela mulher que você é, a pessoa que está contigo tem que te dar o céu". Fiquei pensando nisso. O céu é tão grande, tão cheio de estrelas, tão lindo. Será que eu mereço? Me peguei pensando em coisas - parecidas - que já ouvi. É as pessoas me enxergam como uma mulher e tanto. Mas, quando ouço esse tipo de coisa fico me perguntando: mereço? Sou tudo isso? Será? [...] Me aconteceram coisas tão boas. Delas, procuro lembrar sempre. Me aconteceram coisas tão ruins. Delas, tiro lição. Dois mil e dez foi um ano marcante. Sei que não acabou ainda, mas já sentei no balanço para lembrar do que foi, do que não volta, do que ficou. Em alguns momentos, a gente precisa de mais do que nos dão. Certos períodos são delicados, exigem mais atenção, cuidado, amor, dedicação, delicadeza. Acho que é isso: tô precisando do céu. Minha amiga tem razão. Mereço o céu. Mas não se pode esperar que alguém nos dê, acredito que a gente deve contar é com a gente mesmo. E fim.
                                         
                                                          Clarissa Corrêa, adaptado.

quarta-feira, 1 de dezembro de 2010

Não tem jeito.



De todos os amores por mim vividos até hoje, o seu foi o mais intenso.
De toda a saudade, a sua foi a mais forte. 
De todos os beijos, o seu foi o mais gostoso. 
De todo calor, o seu foi o mais ardente.
De todas as almas, a sua foi a mais gêmea. 
De toda ânsia de cometer loucuras, a sua foi a que mais me atentou. 
De todos os corpos, o seu mais me instigou. 
De todas as esperanças em amores depositadas,
o seu foi o que teve mais crédito.
De toda a vontade de ficar junto, a vontade que me domina é a sua.
Por isso de todos os amores eternos por mim prometidos,
o seu será o único cumprido a risca.

                                                                          Autor Desconhecido